sábado, 12 de fevereiro de 2011

Fiscalizar é preciso.

Notícia de jornal do último dia 5 revela que o pessoal do Ibama,  alarmado com o  recrudescimento do desmatamento da Amazônia, resolveu antecipar a temporada de fiscalização, iniciada normalmente em março. Como assim, temporada de fiscalização? Por que a fiscalização não é uma coisa contínua e eficiente? Até quando vamos continuar perdendo extensões de mata para madeireiros inescrupulosos, que só pensam em destruir o que a natureza nos dá de melhor e de graça e que, infelizmente, parece que tem os dias contados para terminar?
Até quando algumas pessoas vão continuar teimando em não ver que essa devastação que vimos fazendo no planeta está transformando a terra num lugar inóspito, que vai inviabilizar nossa vida aqui? Em 2010, a Floresta Amazônica teve sua maior estiagem já observada nos últimos 100 anos e, com a seca, uma imensa quantidade de árvores deixou de existir. Com isso, dizem os estudiosos, ao invés de continuar sendo considerada o pulmão do mundo, a floresta amazônica passa a emitir bilhões de toneladas de CO2, contribuindo para o aumento da temperatura global.
Em 2011, choveu como nunca havia chovido na serra fluminense. Muitos mortos. Milhares de desaparecidos. Cidades arrasadas. Essa conta parece que já entrou no débito automático. Não dá mais para deixar de pagar.

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